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sexta-feira, 29 de junho de 2012
O que é gestão baseada no Caos?
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| O que é gestão com base no caos? |
Alguns empresários adotam uma política administrativa arcaica, baseada em redes de influência informais. Ela é baseada na desconfiança coletiva.
Como montar uma rede de gestão do caos?
Aos empresários ou intra-empreendedores que julgareem este tipo de prática como algo razoável, os passos a diante podem ser seguidos. Aos funcionários comuns, prestem atenção se suas empresas possuem características como as vistas no decorrer do artigo.
Perceba as relações de influência informal
A relação entre as pessoas revelam o impacto de decisões administrativas. Ter isto mapeado pode antever problemas administrativos.
Plante minhocas na cabeça de seus funcionários
Neste modelo, o empresário deve promover discussões, brigas entre companheiros de equipe. E ao mesmo tempo, deve se promover como bom ouvinte. Desta forma seus funcionários delatarão uns aos outros.
Crie redes sujas de relacionamento
Conquiste confiança de seus funcionários pela vaidade e ostentação de conhecer a alta gerência. Eles naturalmente revelarão os podres da empresa. Neste cenário, exija que seus confiantes delatem maus funcionários. Faça isto fechando um ciclo.
Não se torne um empresário cego
Este modelo pode promover visões distorcidas da empresa. Neste cenário é importante ter vários instrumentos maquiavélicos redundantes.
Qual é a vantagem de utilizar o modelo de gerenciamento baseado no caos?
Empresários sem escrúpulos conseguem garantir competitividade interna e produtividade alta. Normalmente, em contrapartida a rotatividade é aumentada e o exercício das atividades dos funcionário variam entre urgênte-importante para não-urgente-não-importante.
Como é a informação, vista como bem econômico?
O que é a Idade do Byte Lascado?
Já ouvi
algumas pessoas falando que estamos saindo da Idade do Byte Lascado e entrando
na Idade do Byte Polido. Estudando gestão do conhecimento e assistindo a
vertiginosa ascensão da tecnologia da informação no mercado, fica muito clara a importância
da informação. Não é nem a infraestrutura nem o desenvolvimento o que importa
para as empresas: elas têm estes setores porque os armários de arquivos são
muito lentos. Mas o que importa é a informação processada por elas.
Estava me lembrando
de alguns vídeos muito bacanas de um consultor de carreira chamado Waldez Ludwig,
falando sobre esta questão. Deem uma olhada:
Como construir aviões em pleno voo?
O mercado está cada vez mais exigente. Vários profissionais tem que trocar as turbinas do avião em pleno voo. Outros controem avioes em pleno voo.
Veja um vídeo mostrando estes profissinais
Veja um vídeo mostrando estes profissinais
O que é Iniciativa Passiva?
Ouvi falar
que Napoleão Bonaparte separava seu exército em quarto classes. Ignorantes com iniciativa,
ignorantes sem iniciativa, inteligentes com iniciativa e inteligentes sem
iniciativa.
Achei
bacana e quis entender mais. Para Napoleão, os inteligentes com iniciativa eram
os mais preparados para ficar afrente de setores estratégicos, como os generais;
Os inteligentes sem iniciativa guiavam a frente de batalha, como sargentos de
capitães; Os ignorantes sem iniciativa ficaram na frente de batalha, como
soldados e cabos; e por fim, os ignorantes com iniciativa. Estes não prestavam!
Criavam as piores atrocidades e atrapalhavam o desenrolar das estratégias.
Estes não eram admitidos em seu exército.
Levei este
pensamento para o ambiente de trabalho e percebi que é bastante razoável. Mas o
que me deixa mais intrigado neste ambiente é o que chamo de Iniciativa Passiva.
O que é
iniciativa passiva?
Já
aconteceu contigo, ou já viu acontecer: alguém que reclama de tudo, por ter a
solução de todos os problemas que existem ou que venham a existir. Sejam
problemas da empresa ou do país. O mais interessante é que estas pessoas não
são a solução. Sabe por quê? Porque são boas em julgar de longe. Talvez por
medo ou por falta de capacidade nunca tomam iniciativa. Para apoiar este
formato de pensamento entram as frases feitas. Elas são ótimas quando bem
utilizadas. Normalmente quem usa não às questiona. Pode ser útil para convencer
ignorantes, mas ajudam a consolidar a iniciativa passiva. Isto é iniciativa passiva.
Você sabe com quem está falando?
Alguém já te perguntou, ou você já ouviu alguém ser perguntado: "Você sabe com quem está falando"? Ou ainda pior, você já perguntou isso para alguém?
Eu vi um vídeo, que achei fantástico, sobre este tema. Trata-se de uma palestra do Filósofo Sergio Cortella feita para o Banco do Brasil. Possívelmente o público desta palestra já vivenciou esta pergunta.
O que é Sociedade 2.0?
Não
é de hoje que as redes sociais são importantes. Como elas possuem uma
forma própria para que seus integrantes compartilhem informações, as
opiniões tendem a convergir criando um grupo de potencial influência na
sociedade.
No
auge do iluminismo a maçonaria mostrara um grupo coeso de ideais e
opiniões próprias. Isso mesmo! A maçonaria é até hoje uma importante
rede social, assim como a AL-Qaeda, Reuters.
A
criação de site mais páginas dinâmicas, a convergência tecnológica, o aumento da maturidade do mercado
mundial e o aumento da capacidade dos computadores propiciou
redes sociais virtuais baseadas na internet.
As redes sociais se apóiam no conceito de software como serviço, (como o google.com que apenas prove o serviço de busca), colaboração e o comercial “Web 2.0”. Num ponto de vista mais antropológico da tecnologia, as redes sociais possuem comportamentos e mecânicas próprias que impactam na influencia que elas exercem sobre a sociedade.
Outro dia eu estava assistindo um jornal na tv e vi uma matéria interessante. Um colégio em São Paulo possui uma cantina que vende pão de queijo, bastante consumido pelos alunos. Num certo dia a cantina aumentou o preço do pão de queijo. Certo dia um aluno "revoltado" postou no Twitter sua indignação. Este tweet foi retuitado, retuitado... E se tornou Trend Topic dia. O que me surpreende é a capacidade de mobilização desta com a rede social. Outra história um pouco mais conhecida é a da revolução no Egito. Um grupo se reuniu no Facebook, e marcaram de fazer um grande protesto. O resultado do protesto foi a saída do atual presidente do Osnir Mubarack. A revolução do Egito desencadeou uma onda de protestos na África.
Eu sei que, por exemplo, os bancários eram mais importantes quando a Tecnologia da Informação era menos importante; e toda esta tecnologia também tem seu lado bom. O Twitter e o Facebook, os mais utilizados, fazem com que qualquer cidadão possa ser imprensa e formar opinião. O Linked In facilita o relacionamento entre os profissionais, identificar vagas, etc. O Digg para classificação de noticias. O Delicius para classificação de sites na internet. E muitos outros.
O que aconteceu de mais interessante nas redes sociais é que elas tornaram mashups entre
si. O msn 9 por exemplo, faz sincronização com os sistemas de
mensageira instantânea do Facebook, além de sincronização de microblog
com Facebook, Twitter, Linked In. O que chateia é não existir padrão de
comunicação entre elas, e nenhum interesse de fazer isto.
As redes sociais se apóiam no conceito de software como serviço, (como o google.com que apenas prove o serviço de busca), colaboração e o comercial “Web 2.0”. Num ponto de vista mais antropológico da tecnologia, as redes sociais possuem comportamentos e mecânicas próprias que impactam na influencia que elas exercem sobre a sociedade.
Outro dia eu estava assistindo um jornal na tv e vi uma matéria interessante. Um colégio em São Paulo possui uma cantina que vende pão de queijo, bastante consumido pelos alunos. Num certo dia a cantina aumentou o preço do pão de queijo. Certo dia um aluno "revoltado" postou no Twitter sua indignação. Este tweet foi retuitado, retuitado... E se tornou Trend Topic dia. O que me surpreende é a capacidade de mobilização desta com a rede social. Outra história um pouco mais conhecida é a da revolução no Egito. Um grupo se reuniu no Facebook, e marcaram de fazer um grande protesto. O resultado do protesto foi a saída do atual presidente do Osnir Mubarack. A revolução do Egito desencadeou uma onda de protestos na África.
Eu sei que, por exemplo, os bancários eram mais importantes quando a Tecnologia da Informação era menos importante; e toda esta tecnologia também tem seu lado bom. O Twitter e o Facebook, os mais utilizados, fazem com que qualquer cidadão possa ser imprensa e formar opinião. O Linked In facilita o relacionamento entre os profissionais, identificar vagas, etc. O Digg para classificação de noticias. O Delicius para classificação de sites na internet. E muitos outros.
O que aconteceu de mais interessante nas redes sociais é que elas tornaram mashups entre
si. O msn 9 por exemplo, faz sincronização com os sistemas de
mensageira instantânea do Facebook, além de sincronização de microblog
com Facebook, Twitter, Linked In. O que chateia é não existir padrão de
comunicação entre elas, e nenhum interesse de fazer isto.
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