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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Estrutura de valores na economia

Como funciona a estrutura dos valores na economia?
Os mercados trabalham com alguns tipos específicos de ítens de valor. A transmissão destes ítens de valor podem gerar ganhos e perdas para os envolvidos nas operações. Estas transmissões criam mercados que devem ser observados e entendidos para a obtenção melhores resultados.

Pessoas físicas ou jurídicas podem ser proprietárias de itens de valor, para utilizar da maneira que lhe for conveniente. São três os itens de valor dos mercados:

Capital

O capital é o dinheiro. Mas também um título de crédito, ou quaisquer outros títulos relacionados ao capital. O papel moeda é o mais conhecido, e logo após os cheques. Com o capital, a forma de retorno é o juro.

Bens ou imóveis

Os bens como cadeitas, mesas, computadores, carros ou mesmo ações; ou imóveis como casas de campo, apartamentos, etc. são o segundo ítem de valor da lista. Com os bens ou imóveis, o retorno é o aluguel ou dividendos. 

Trabalho

Este é o mais importante dos ítens de valor, o trabalho, outrora chamado de mão-de-obra, mas hoje pode ser também o capital intelectual ou qualquer outra variação. Com o trabalho ganha-se salário ou pró-labore.


Transmissão de itens de valor

Uma vez com ítens de valor em mão, eles podem ser trocados. Desde que o mundo é mundo o escambo existe: traca-se feijão por arroz, etc. Esta prática perdeu prestígio desde o uso de intermediários como o dinheiro. Entretanto as trocas não são somente entre bens, são também entre imóveis, entre trabalhos e entre capitais.

São 4 as possíveis operações para transmissão dos ítens de valor:

Compra/Venda

Este é a forma mais óbvia e conhecida. Neste caso um ítem de valor é trocado por outro.

Doação

Forma voltada, em muitos casos, para a filantripia. Neste caso um item de Valor é cedido para outro, sem qualquer ônus

Herança

Em caso de morte, ou alguma condição especial, do propritário do ítem de valor, o ítem passa a ser de propriedade de um herdeiro, previamente definido pelo falecido detentor, ou por determinação de lei.

Laudêmio

Esta é a forma menos conhecida, mas amplamente utilizada: Neste caso um ítem de valor é cedido para outro, com a condição de uma taxa associada a transmissões realizadas pelos novos proprietarios, ad eternum.

segunda-feira, 11 de março de 2013

O que é Alienação Fiduciária?

Alienação Fiduciária

Alienação fiduciária em garantia
Alienação Fiduciária é um mecanismo para garantia de compras de bens, e faz parte de uma modalidade do direito de propriedade. Esta garantia é normalmente aplicada a compra de imoveis ou veículos. Quando uma compra de um bem é feita a prazo, aplicando-se a Alienação Fiduciária, o bem só será de fato transferido para o comprador ao final do pagamento de todas as parcelas. No meio tempo o comprador já pode utilizar, mas não é de fato dono. Nesta condição, se o comprador não tiver capacidade de honrar as parcelas, o bem pode ser transferido para o dono novamente, independente de qualquer processo judicial.

Como por exemplo, em imóveis, na condição do comprador ter um atrazo de três meses, o credor deve solicitar ao Oficial do Cartório de Registro de Imóveis que faça um notificação. O devedor deve quitar toda a dívida acumulada, com juros, correção e multa em no máximo de 15 dias. Caso contrário, o Agente Financeiro quita o ITBI do imóvel e adquire novamente a propriedade do bem em seu nome.

E depois, ao promover um leilão público extrajudicial (já que o comprador não possui mais a propriedade) o comprador somente receberá alguma quantia se o valor arrecadado no leilão for maior do que o valor de débito total (incluindo as despesas do leilão). E além disto, na alienação fiduciária a desocupação do imóvel e a reintegração da posse são deferidas pelo juiz através de liminar. Nesta condição o comprador tem o prazo de 60 dias para desocupar o imóvel.