Esta foi uma das críticas mais sofisticadas que já vi. Não sei se concordo com tudo, nem se discordo. Só sei que o trabalho foi excelente. Conheça a história do Luiz Inácio Lula da Silva segundo a ótica do artista.
domingo, 12 de maio de 2013
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Estrutura de valores na economia
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| Como funciona a estrutura dos valores na economia? |
Os mercados trabalham com alguns tipos específicos de ítens de valor. A transmissão destes ítens de valor podem gerar ganhos e perdas para os envolvidos nas operações. Estas transmissões criam mercados que devem ser observados e entendidos para a obtenção melhores resultados.
Pessoas físicas ou jurídicas podem ser proprietárias de itens de valor, para utilizar da maneira que lhe for conveniente. São três os itens de valor dos mercados:
Capital
O capital é o dinheiro. Mas também um título de crédito, ou quaisquer outros títulos relacionados ao capital. O papel moeda é o mais conhecido, e logo após os cheques. Com o capital, a forma de retorno é o juro.
Bens ou imóveis
Os bens como cadeitas, mesas, computadores, carros ou mesmo ações; ou imóveis como casas de campo, apartamentos, etc. são o segundo ítem de valor da lista. Com os bens ou imóveis, o retorno é o aluguel ou dividendos.
Trabalho
Este é o mais importante dos ítens de valor, o trabalho, outrora chamado de mão-de-obra, mas hoje pode ser também o capital intelectual ou qualquer outra variação. Com o trabalho ganha-se salário ou pró-labore.
Transmissão de itens de valor
Uma vez com ítens de valor em mão, eles podem ser trocados. Desde que o mundo é mundo o escambo existe: traca-se feijão por arroz, etc. Esta prática perdeu prestígio desde o uso de intermediários como o dinheiro. Entretanto as trocas não são somente entre bens, são também entre imóveis, entre trabalhos e entre capitais.São 4 as possíveis operações para transmissão dos ítens de valor:
Compra/Venda
Este é a forma mais óbvia e conhecida. Neste caso um ítem de valor é trocado por outro.Doação
Forma voltada, em muitos casos, para a filantripia. Neste caso um item de Valor é cedido para outro, sem qualquer ônus
Herança
Em caso de morte, ou alguma condição especial, do propritário do ítem de valor, o ítem passa a ser de propriedade de um herdeiro, previamente definido pelo falecido detentor, ou por determinação de lei.
Laudêmio
Esta é a forma menos conhecida, mas amplamente utilizada: Neste caso um ítem de valor é cedido para outro, com a condição de uma taxa associada a transmissões realizadas pelos novos proprietarios, ad eternum.
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quinta-feira, 28 de março de 2013
Diversifique sua carteira! Ou melhor não?
Devemos diversificar a carteira de investimentos?
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| É realmente bom ter carteira diversificada? |
A diversidicação é recomendada, de maneira geral, para diminuir o impacto de possíveis perdas nos investimentos. Se um investidor tiver PETR3 e VALE4, e se ocorrer uma perda na PETR3 ela poderia ser amortecida por uma possível valorização da VALE4.
Outro ponto também considerado é a não concentração de risco. Por exemplo, se uma carteira for composta apenas por ações de empresas de energia: na hipótese de uma lei que afete apenas as empresas de energia, todo seu investimento se desvalorizaria ao mesmo tempo. Seria recomendado ter ações de outros tipos, ou mesmo outros investimentos para amortecer possíveis perdas.
Mas, espere! A diversificação também amortece os possíveis ganhos. Tendo PETR3 e VALE4, uma valorização da VALE4 poderia ser diluída por uma possível desvalorização de PETR3.
Percebo como tendencia, no caso da diversificação, que sempre fique no zero a zero, ou com pequenos ganhos, que podem até ser menor do que a inflação - ou perdas. Claro que não estou dizendo para não diversificar. Estou apenas querendo manter você, leitor, atento a este aspecto.
O pior erro que vejo é diversificar por diversificar. Esta atividade pode zerar seus ganhos e suas perdas. Então, por que fazer um investimento com uma estratégia de não ter ganhos? Não faz sentido.
Outro aspecto ruim da diversificação é a quantidade de cenários que devem ser observados. Ter, por exemplo, vários tipos distintos de investimento pode dificultar a observação deles, e pode acabar resultando em situações inesperadas.
segunda-feira, 11 de março de 2013
O que é Alienação Fiduciária?
Alienação Fiduciária
Alienação Fiduciária é um mecanismo
para garantia de compras de bens, e faz parte de uma modalidade do
direito de propriedade. Esta garantia é normalmente aplicada a compra de
imoveis ou veículos. Quando uma compra de um bem é feita a prazo,
aplicando-se a Alienação Fiduciária, o bem só será de fato transferido
para o comprador ao final do pagamento de todas as parcelas. No meio
tempo o comprador já pode utilizar, mas não é de fato dono. Nesta
condição, se o comprador não tiver capacidade de honrar as parcelas, o
bem pode ser transferido para o dono novamente, independente de qualquer
processo judicial.
Como por exemplo, em imóveis, na condição do comprador ter um atrazo de três meses, o credor deve solicitar ao Oficial do Cartório de Registro de Imóveis que faça um notificação. O devedor deve quitar toda a dívida acumulada, com juros, correção e multa em no máximo de 15 dias. Caso contrário, o Agente Financeiro quita o ITBI do imóvel e adquire novamente a propriedade do bem em seu nome.
E depois, ao promover um leilão público extrajudicial (já que o comprador não possui mais a propriedade) o comprador somente receberá alguma quantia se o valor arrecadado no leilão for maior do que o valor de débito total (incluindo as despesas do leilão). E além disto, na alienação fiduciária a desocupação do imóvel e a reintegração da posse são deferidas pelo juiz através de liminar. Nesta condição o comprador tem o prazo de 60 dias para desocupar o imóvel.
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| Alienação fiduciária em garantia |
Como por exemplo, em imóveis, na condição do comprador ter um atrazo de três meses, o credor deve solicitar ao Oficial do Cartório de Registro de Imóveis que faça um notificação. O devedor deve quitar toda a dívida acumulada, com juros, correção e multa em no máximo de 15 dias. Caso contrário, o Agente Financeiro quita o ITBI do imóvel e adquire novamente a propriedade do bem em seu nome.
E depois, ao promover um leilão público extrajudicial (já que o comprador não possui mais a propriedade) o comprador somente receberá alguma quantia se o valor arrecadado no leilão for maior do que o valor de débito total (incluindo as despesas do leilão). E além disto, na alienação fiduciária a desocupação do imóvel e a reintegração da posse são deferidas pelo juiz através de liminar. Nesta condição o comprador tem o prazo de 60 dias para desocupar o imóvel.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Crédito ou Débito?
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| E o garçom pergnta: "Crédito ou Débito" |
Outro dia fui a um restaurante italiano que gosto bastante. Para realizar o pagamento peguei um cartão da minha carteira e entreguei ao garçom. Ele me fez uma pergunta: “Débito ou Milhas”. Não notei nada de especial até então. Em outro dia foi a outro restaurante que quando fui pagar o garçom me perguntou: “Débito ou Crédito” e tive um insight que me motivou a escrever este tópico.
Quando vou pagar alguma compra com cartão e
me perguntam “é Crédito?” eu imagino que esta seja a modalidade mais utilizada
no estabelecimento. Não costumo ouvir “é Débito?”, talvez porque a utilizem
menos. Outros lugares perguntam "Crédito ou Débito" e "Débito ou
Crédito". Eu imagino que pelo menor esforço, falem a modalidade mais usual
primeiro. Por fim, quando os atendentes são experientes eles já sabem qual é a
modalidade.
O Garçom - que por acaso também é o dono -
do restaurante italiano que citei no inicio, tem uma visão diferente. Ele me
perguntou “Débito ou Milhas”. Isto me fez pensar em algumas coisas. Quando o
atendente sugere que é débito, ele indica que o cliente possui dinheiro para
pagar e que a maioria dos clientes também. Quando sugere que é crédito, ele
sugere que a maioria dos clientes pede empréstimo para realizar esta compra.
Isto pode até mesmo ser entendido como ofensivo. Parece-me que o Garçom do
restaurante italiano já notou o que estou falando. A pergunta “Débito ou Milhas”
sugere que ou o cliente possui dinheiro para pagar ou o cliente possui uma
estratégia para o uso do crédito e não meramente está sem dinheiro. Desta forma
ele não é ofensivo com os clientes e acaba fidelizando.
sábado, 1 de setembro de 2012
O que é TR ou Taxa Referencial?
O que é Taxa Referencial?
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| O que é TR? |
O que é Taxa de Referência?
A TR ou Taxa referencial é uma taxa criada para ser o
principal indice brasileiro. Ela seria utilizada para desindexação da economia.
Criada no Plano Collor II veio substituir outros índices como ORTN, OTN e BTN.
A Taxa referencial é obtida da fórmula da TBF
ou Taxa Basica Financeira. Para mais informações entre em O que é TBF.
Ou seja, ela tem uma metodologia de cálculo simples. Esta taxa é utilizada principalmente no rendimentos da
Poupança e dos títulos bancários (CDB e RDB). Calculada pelo Banco Central pode
ser acompanhada diariamente.
Como é a formula da Taxa Referencial ou TR?
TR = [1 + TBF/R] -1
TR -> Taxa
Referencial
TBF -> Taxa Basica
Financeira
R -> Redutor
|
Como é definido o Redutor da Taxa Referencial?
R = 1005 + b * [TBF / 100]
|
O b é definido Segundo a tabela:
TBF (% a.a)
|
b
|
||
TBF >
|
16%
|
0,48
|
|
16%
|
≥ TBF >
|
15%
|
0,44
|
15%
|
≥ TBF >
|
14%
|
0,4
|
14%
|
≥ TBF >
|
13%
|
0,36
|
13%
|
≥ TBF ≥
|
11%
|
0,32
|
11%
|
> TBF >
|
10,50%
|
0,32
|
10,50%
|
> TBF ≥
|
10%
|
0,31
|
10%
|
> TBF >
|
9,50%
|
0,26
|
9,50%
|
> TBF ≥
|
9%
|
0,23
|
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
O que é TBF ou Taxa Básica Financeira?
Taxa Básica Financeira
A Taxa Básica Financeira, ou TBF, é uma taxa especial para o Brasil. Foi criada inicialmente para estimular o alongamento de aplicações financeiras. Ela é um importante indexador da economia criada em 95 pelo CMN com uma metodologia de cálculo própria.
A TBF funciona de maneira diferente dos principais indexadores economicos, tais como IGPs e IPCs que são baseados em preços de alimentos, transporte, e outros fatores diretamente ligados a inflação. A TBF é baseada no custo de operações financeiras.
A metodologia de cálculo para definição da TBF é baseada nas 30 maiores instituições bancárias brasileiras. Uma média é obtida do volume de depósitos feitos em CDBs e RDBs pré-fixados, desprezando o banco com maior e com menor média. Este cálculo é feito no prazo de 30 a 35 dias, dando um valor atualizado, diariamente. A TR, ou Taxa Referencial é baseada na TBF.
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| TBF é Taxa e Inflação? O que é TBF? |
A Taxa Básica Financeira, ou TBF, é uma taxa especial para o Brasil. Foi criada inicialmente para estimular o alongamento de aplicações financeiras. Ela é um importante indexador da economia criada em 95 pelo CMN com uma metodologia de cálculo própria.
A TBF funciona de maneira diferente dos principais indexadores economicos, tais como IGPs e IPCs que são baseados em preços de alimentos, transporte, e outros fatores diretamente ligados a inflação. A TBF é baseada no custo de operações financeiras.
A metodologia de cálculo para definição da TBF é baseada nas 30 maiores instituições bancárias brasileiras. Uma média é obtida do volume de depósitos feitos em CDBs e RDBs pré-fixados, desprezando o banco com maior e com menor média. Este cálculo é feito no prazo de 30 a 35 dias, dando um valor atualizado, diariamente. A TR, ou Taxa Referencial é baseada na TBF.
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